quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Só um texticulo



Hoje à noite tive um sonho meio inesplicavél. Sonhei que estava no meio de uma floresta e que haviam alguns nativos ali, como índios, eles ficavam me olhando e observando, eu sem saber o que fazer lhes pedi ajuda, mais nenhum deles falava minha língua.
Até que um dos índios me abraçou e simplemente começou a me mostrar o lugar e os costume daquele povo tão sofrido por aparencia, mostrou também o que o homem branco fez com suas origens, sua casa e mãe.
Eu fiquei parado olhando a minha volta, porque mesmo sem entender sua lingua, eu entendi o que havera acontecido... me senti mal por toda humanidade e por virtude queria fazer parte daquela tribo, mesmo com apenas um índio me apoiando, foi com ele que passei todo meu tempo na tribo.
Meu sonho não durou muito tempo, pois meu celular despertou e no susto eu acordei desesperado. Mas a primeira coisa que fiz foi pensar, em tudo que aconteceu noite passada.
O pior é que atualmente acontece tudo do meu sonho, parece que foi um alerta, me sinto mal quando vejo alguém precisando de ajuda, não qualquer tipo de ajuda mas sim aquela que nos fazem humilhar dependendo da compaixão do próximo, o que é mais triste ainda, porque no mundo atual parece quase obrigação e não um dever. Toda vez que eu posso ajudar, com qualquer quantia eu dou de bom grado, aí tem gente que me diz que quem dá esmola não dá futuro, mas que futuro vai ter quem depende da esmola? Sei que existem casos de pessoas que se passam por pobres para pedir esmola para drogas em geral... mas até mesmo esses precisam de auxílio, não adianta ajudar por pena, ajude por amar a humanidade, independete de religião ou qualquer coisa do tipo, somos de um mesmo lugar, onde precisa ser curado e recultivado a paz, amor, alegria, fartura, compaixão.
Não precisa dar tudo que se tem, mas se você tem tudo de uma pequena parte pra quem não tem nada, a mudança começa na gente, ninguém munda o mundo sem antes passar por uma mudança geral de si mesmo.

Renato Filho

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